Gênesis 1:1 a 2:3 - A CRIAÇÃO DOS CÉUS E DA TERRA
A CRIAÇÃO
DOS CÉUS E DA
TERRA
em Gênesis 1:1 a
2:3
INTRODUÇÃO
Este artigo tem como objetivo analisar e comentar o Primeiro Relato da Criação Bíblica, contido em Gênesis 1:1 a 2:2.
Todo o primeiro capítulo de Gênesis é dedicado à construção de uma narrativa teológica e apologética do monoteísmo, posicionando-se em clara oposição às concepções politeístas dos povos pagãos, especialmente Cananeus, Egípcios e Babilônicos.
Devido às limitações linguísticas e culturais do escritor bíblico, é extremamente provável que ele não concebesse uma distinção vertical entre física e metafísica. Uma evidência desse fato é o caráter concretista do pensamento hebraico antigo, notavelmente carente de categorias abstratas. Um exemplo significativo é a palavra hebraica para fé (emuná), cuja raiz está ligada à ideia de firmeza e apoio físico, e não a um conceito filosófico abstrato.
Por essa razão, aquilo que poderia ser concebido como fundamento metafísico vertical (de cima para baixo) é deslocado pelo autor para trás, no eixo horizontal (de frente para trás). Assim, o escritor apresenta a metafísica como se fosse cronologicamente anterior, quando na realidade pretende expressar uma anterioridade lógica. A anterioridade cronológica torna-se, portanto, o modo concreto pelo qual ele comunica a prioridade ontológica. Isso não constitui uma falha, mas sim uma adaptação da revelação às capacidades cognitivas e ao arcabouço linguístico-cultural do escritor.
As categorias filosóficas gregas que posteriormente formalizariam a distinção entre “física” e “metafísica” — especialmente com Aristóteles no século IV a.C. — estavam a séculos de distância do horizonte intelectual do Israel antigo. Portanto, a revelação da Causa Primária e da Soberania Absoluta de Deus precisou ser mediada através de narrativa e de sequência temporal. A cronologia — a forma mais concreta de pensamento no mundo semita — tornou-se o meio pelo qual se expressou a prioridade ontológica.
Esse deslocamento da prioridade metafísica para a prioridade cronológica constitui uma estratégia teológica engenhosa, que evita abstrações ainda inexistentes e polemiza diretamente contra a idolatria, exaltando o monoteísmo ao afirmar que Deus precede e ordena toda a realidade criada. O escritor também separa, de modo deliberado, certos efeitos físicos de suas causas naturais. Assim, o Dia aparece desvinculado do Sol, e a Vegetação, da luminosidade necessária para sua sobrevivência. Esse recurso literário tem por finalidade enaltecer a Causa Eficiente Primária, Deus, e relativizar as causas eficientes secundárias, transferindo-as para o segundo grupo de dias (Dias 4, 5 e 6).
Dessa forma, o texto destrói a linha de raciocínio que conduz o pagão à idolatria de objetos criados. O primeiro grupo de dias — que apresenta uma dimensão metafísica — é estruturado da seguinte forma: Dia 1: Água e Luz ; Dia 2: Água e Céu ; Dia 3: Água e Terra . Dentro desses dias surgem os conceitos de:
1. Oceano Primordial
2. Firmamento
3. Águas Superiores
4. Águas Inferiores
5. Terra Seca
6. Vegetação.
Cada um desses elementos concretos comunica uma ideia metafísica. Sempre que o escritor menciona “Águas” nos três primeiros dias, ele parece se referir simbolicamente a algum tipo de Caos.
No Dia 1: Água e Luz → Caos e Energia Ordenada
No Dia 2: Água e Céu → Caos e Espaço Ordenado
No Dia 3: Água e Terra → Caos e Matéria Ordenada
Os conceitos de Energia, Espaço e Matéria aparecem de forma implícita nos 3 primeiros Dias da Criação. Seria apenas uma mera coincidência que conceitos extremamente importantes para a cosmologia científica moderna apareçam implicitamente em um texto de um escritor do Antigo Oriente Médio que não sabia nem o que é heliocentrismo? Se eu dissesse que sim, eu seria louco.
O conceito concreto de Oceano Primordial é o meio pelo qual se transmite a ideia de um estado primordial de indeterminação — um caos original ainda não organizado pela ação criativa divina. O conceito de Firmamento exprime a noção de um Espaço Ordenado que separa o caos primordial não organizado do caos imanente presente no mundo em formação. As Águas Superiores representam a permanência desse caos primordial além do Firmamento (região em que os luminares seriam posteriormente colocados). As Águas Inferiores simbolizam o caos imanente dentro dos limites do mundo criado, ainda semelhante ao caos primordial, mas já contido pela ação delimitadora de Deus. A Terra Seca comunica a ideia de matéria funcional e ordenada, retirada do caos imanente após a intervenção divina. Um caos presente numa Criação ainda em nascimento. Representa a realidade organizada por Deus — o cosmos — em oposição ao caos. Por fim, a Vegetação representa o princípio da fertilidade, geração e sustento. Não se trata apenas de alimento físico, mas da capacidade intrínseca de vida auto-sustentável que Deus imprime na matéria ordenada. Simboliza a graça divina que permite à criação ser produtiva “segundo a sua espécie”. A Vegetação aparece antes mesmo do Sol justamente porque sua função é comunicar um princípio metafísico: a produtividade concedida diretamente por Deus, e não dependente das causas secundárias que surgirão apenas no quarto dia.
Deus não corrigiria nenhuma concepção científica equivocada daqueles a quem concedeu sua revelação, a menos que tal concepção interferisse na doutrina ou moral que Ele desejasse revelar.
Desse modo, todo o relato dos seis dias de Gênesis 1 obedece a uma progressão lógica:
1) Do caos ainda intocado, Deus cria um espaço ordenado → 2) Dentro desse espaço, Ele separa o caos imanente e dele extrai matéria funcional → 3) A essa matéria ordenada, Ele concede a capacidade de fertilidade e de sustentação da vida.
Tudo isso antecede e transcende as causas eficientes secundárias, revelando a supremacia do Deus Único que fez os Céus e a Terra.
CAPÍTULO 1 DE GÊNESIS
Este primeiro capítulo está estruturado em 2 grupos de 3 etapas criativas. O primeiro grupo de 3 dias (Dias 1, 2 e 3) tratam da correção do problema da Dismorfia/Deformidade e o segundo grupo de 3 dias (Dias 4, 5 e 6) tratam da correção do problema do Vazio. O primeiro grupo de 3 dias é o responsável por lançar o fundamento metafísico que permite a existência física do segundo grupo de 3 dias. O dia 1 é o fundamento metafísico do Dia 4. O dia 2 é o fundamento metafísico do dia 5. E o dia 3 é o fundamento metafísico do dia 6.
GÊNESIS 1:1
No princípio [ou Em princípio] Deus criou os Céus e a Terra.
Comentários
Gênesis 1:1: Etapa da Criação versus Título do relato
(Texto ainda sendo escrito)
A tradução da expressão BeReshit: No Princípio versus Em Princípio
(Texto ainda sendo escrito)
Rosh (Cabeça) e Arkhé (Princípio)
(Texto ainda sendo escrito)
Elohim versus Eloah: Plural Majestático?
(Texto ainda sendo escrito)
Elohim (VT) e Theós (NT)
(Texto ainda sendo escrito)
Céus (Shamayim) versus Céu (Shameh)
(Texto ainda sendo escrito)
Barah e Ex Nihilo
(Texto ainda sendo escrito)
Terra Elementar versus Terra Mundo
(Texto ainda sendo escrito)
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GÊNESIS 1:2
E a Terra era [ou estava] sem forma e vazia. E havia trevas sobre a face do oceano [ou abismo]. E o Espírito de Deus se movia [ou pairava] sobre a face das águas.
Comentários
O Oceano Primordial como Prova da Metafísica
Observe a imagem acima. Uma das provas de que a intenção do autor de Gênesis era explicar metafísica é o fato de que ele colocou ao lado de Deus um Oceano Primordial. De onde veio tal Oceano? De onde vieram tais águas? Em que momento elas foram criadas por Deus? O relato bíblico simplesmente não explica nada disso.
Alguém poderia dizer que Deus criou este Oceano Primordial no primeiro versículo de Gênesis, quando o escritor diz "No princípio criou Deus os Céus e a Terra", porém isto é falso porque esta passagem do primeiro versículo do livro de gênesis é o título do relato. Diante disto, a dúvida permanece: de onde veio este Oceano? Além disso, por que motivo a Terra já se encontra dentro dele aguardando apenas que seja revelada no Dia 3? Se Gn 1:1 é um título, de onde veio este Oceano Primordial e esta Terra Disforme? O texto bíblico simplesmente não explica. A narrativa da criação já começa com Deus diante de um Oceano Primordial. O autor já parte de um ponto em que Deus está diante de um Oceano Primordial com uma Terra Disforme no seu núcleo.
É bem provável que, por uma limitação linguística, cultural e filosófica do próprio autor em conceber o conceito de metafísica e do contraste entre anterioridade lógica e cronológica, ele é forçado a dar toda a sua explicação em termos de física e anterioridade cronológica. Conceber que o escritor não estaria falando de metafísica, pelo menos nos 3 primeiros Dias da Criação, implica em aceitar a literalidade de um Oceano Primordial sem início aparente e que, iclusive, ainda existe sobre as nossas cabeças.
E é por isso que afirmo categoricamente que, embora equivocados cientificamente, os únicos verdadeiros literalistas bíblicos dos tempos atuais no que diz respeito à narrativa bíblica da Criação são os terraplanistas.
A Teoria do Lapso entre Gn 1:1 e Gn 1:2
(Texto ainda sendo escrito)
Como a qualidade titular de Gn 1:1 influencia a impressão que fundamenta a Teoria do Lapso?
Tohu (Disformia) e os Dias da Modelagem (Eumorfização)
(Texto ainda sendo escrito)
Como o conceito de Forma está mais ligado à Abstração, à Metafísica? Uma mesa já é uma mesa somente na forma. Tanto que qualquer coisa que não foi feita para ser mesa se torna uma mesa se tiver forma de mesa.
Bohu (Vazio) e os Dias do Preenchimemnto
(Texto ainda sendo escrito)
Como o conceito de Conteúdo está mais ligado à Concretude, à Física? A matéria de uma mesa ainda não é uma mesa se não tiver forma de mesa. Tanto que nenhuma matéria pode ser feita de mesa a não ser que cumpra minimamente a forma de mesa.
Tehom Hebraico versus Tiamat Acadiano
(Texto ainda sendo escrito)
A superioridade de Deus sobre o Oceano Primordial (Tehom)
(Texto ainda sendo escrito)
O Oceano do Caos Primordial (Tehom) é Eterno?
(Texto ainda sendo escrito)
A qualidade titular de Gn 1:1 e sua influência sobre a eternidade do Tehom
Sobre a coexistência da Terra (Erets) com o Abismo (Tehom)
(Texto ainda sendo escrito)
O elemento Terra já existia dentro do Tehom. A prova é o uso da mesma palavra (Erets) nos Dias 1 e 3. Deus retira a Terra (Matéria Ordenada) de dentro das Águas Inferiores (Caos imanente). O significado da menção da Terra desde o início não significa que sempre existiu uma matéria dentro do Caos Primordial, mas sim dizer que sempre existiu um POTENCIAL de Matéria Ordenada dentro do Tehom. A Terra aqui é a Terra em potência. O escritor quer passar a ideia de que Deus deu início à criação tendo a terra como objetivo. Desde o início, a terra como potência dentro do Caos primordial já estava lá. Após o Firmamento (Analogia para o Espaço Sideral), o elemento Terra deixa de ser potência dentro do caos e se torna Ato dentro da ordem.
Onde estava a Revelação de Deus antes da Bíblia?
(Texto ainda sendo escrito)
A guarda da Revelação Oral pela Linhagem de Sete (Os 10 Patriarcas)
Anu, Enlil e Enki como manifestações do Logos Spermatikos Justiniano
O Espírito Santo e Enki/Enlil
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GÊNESIS 1:3-4A
E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa;
Comentários
O Dia como símbolo da Energia Criadora de Deus sobre o Caos
(Texto ainda sendo escrito)
Luz eterna (Metafísica) vs luz criada (solar/física). A Luz preexistente ao sol como simbolo da Energia Criadora de Deus.
O Dia como Benécie Metafísica e não como benécie do deus Sol.
A intenção do autor é dizer que Deus é a causa metafísica do que nós chamamos de Luz, Tempo e Ordem.
Sobre a coexistência original da Luz com as Trevas e sua implicação sobre a coexistência original da Vida com a Morte
(Texto ainda sendo escrito)
Os Dias anteriores ao Sol
(Texto ainda sendo escrito)
A melhor explicação é a ANTERIORIDADE TEMPORAL do dia 1 e SOBREPOSIÇÃO POÉTICA entre os Dias 1 e 4 como manifestação simbólica da ANTERIORIDADE LÓGICA e SOBREPOSIÇÃO METAFÍSICA entre os dias 1 e 4.
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GÊNESIS 1:4B-5
E fez separação entre a luz e as trevas. Chamou Deus à luz Dia e às trevas,
Noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia.
Comentários
E Deus fez Separação...
(Texto ainda sendo escrito)
Fazer separação = estabelecer limites temporais entre ambos. O limite temporal como símbolo físico do limite ontológico metafísico.
Tarde e Manhã
(Texto ainda sendo escrito)
Tarde como Anoitecer? Manhã como Amanhecer? Ou tarde como noite e manhã como dia? Se tarde for anoitecer, como pode existir anoitecer antes da Luz?
O Significado Teológico do Ato de
Nomear
Tanto na cultura do escritor bíblico
quanto em nossa cultura atual, nomear algo indica o domínio sobre aquilo que
está sendo nomeado. Por exemplo: um inventor de uma nova tecnologia dá o nome
para a sua invenção. Este direito de nomear a própria invenção advém da ideia
de que aquele que inventou é dono daquele objeto que foi inventado. A mesma
lógica aparece aqui. Quando o escritor bíblico afirma que Deus deu nome ao Dia
e a Noite, a intenção dele é dizer que Deus é dono do Dia e da Noite. Deus tem
domínio sobre a Ordem e sobre o Tempo.
A Criação do Dia e a Separação entre
Física e Metafísica
Este versículo deixa claro que esta luz
que Deus criou no versículo 4 era o que nós chamamos de dia. A intenção do
escritor era descrever como surgiu o dia, não descrever como surgiu a luz
enquanto "substância". Ele está dizendo que Deus criou o Dia, a
claridade que ilumina o elemento terra todos os dias pela manhã. Na concepção
do autor, o sol é como um maestro que governa o dia, mas ele não seria a causa
da existência do dia. O dia seria como a orquestra e o sol seria como o
maestro. Se o maestro não existir, a orquestra pode ser prejudicada por não
possuir alguém para governá-la, mas a orquestra permanece existindo e, inclusive,
pode ter vindo a existir antes da contratação do maestro.
Mas esta mentalidade do autor não
parece se dar propriamente por conta da sua mentalidade proto-científica, mas
sim devido à sua intenção narrativa apologética. Todo este primeiro relato da
criação do mundo é, na verdade, uma construção com intenções muito mais
filosóficas, teológicas e apologéticas do que propriamente científicas.
Quando o escritor bíblico separa o Dia
e o Sol, ele faz isso de propósito. O autor tem a intenção direta de separar o
Sol do Dia. E a intenção do autor ao fazer isso não é científica, mas sim
teológica e apologética. O principal objetivo do autor é rebater a teologia
pagã da sua época. O objetivo do autor é dizer que tanto o Dia (no sentido de
ordem, tempo e luminosidade) quanto o sol possuem uma causa metafísica em
comum: Deus.
O Confronto com a Teologia Pagã
A teologia pagã da época do escritor
considerava que o sol não era apenas a causa física, mas sim também a causa
metafísica da Luz e do Dia. Isto é algo estranho para nós atualmente, mas ainda
acontece em diversas religiões pelo mundo. Diversas religiões divinizam objetos
criados por fundirem neles tanto a física quanto a metafísica. Ao mesmo tempo
em que esses objetos são físicos eles também são metafísicos ou divindades. Não
existe uma separação clara entre a física e a metafísica.
Por exemplo: na teologia Xintoísta do
Japão, existe um monte vulcânico chamado de Fuji. Este monte é tratado pelos
xintoístas não como um mero objeto físico, mas como um objeto metafísico ou
divino. O objeto físico em si é tratado como uma manifestação do divino e não
como uma mera criação do Divino. Eles olham para uma montanha e consideram que
ela é um objeto divino.
O que o escritor bíblico está fazendo é
jogar a metafísica para um patamar muito mais distante, ele está colocando a
metafísica junto a Deus. No nosso exemplo, é como se ele estivesse falando para
um xintoísta que o monte Fuji é um objeto físico criado por uma entidade
metafísica que está mais distante do que o próprio monte.
Um outro exemplo muito claro desse tipo
de mentalidade é a ideia dos egípcios de que o Nilo seria a manifestação física
de uma divindade. Os egípcios eram beneficiados pelas enchentes do Nilo que
umidificavam as margens do rio, fazendo com que surgisse um solo extremamente
fértil. Na cabeça deles, se o Nilo é a causa do benefício que eles recebem, o
Nilo não deve ser apenas a causa física do benefício, mas também a causa
metafísica. É como se eles pensassem que a dimensão física estivesse mais
ligada estritamente aos benefícios recebidos e, por isso, a causa dos
benefícios deveria ser metafísica.
Os pagãos que viviam ao redor do
escritor bíblico, provavelmente, pensavam exatamente desta forma. Se eu estou
sendo beneficiado pelo Sol e o Sol é a causa do benefício, logo, o Sol deve ser
divino.
Quando o escritor separa o Dia e o Sol,
a intenção dele é separar benefício da sua causa física e submeter ambos a uma
causa metafísica superior para desconstruir o caminho que leva o pagão a
divinizar a causa física do benefício.
É como se ele estivesse dizendo: o fato
de você ser beneficiado por uma causa física não a torna metafísica. Tanto a
causa física do seu benefício (o Nilo, o Sol, o Monte Fuji etc.) quanto o
benefício em si que você recebe (a fertilidade do solo, o calor, a luminosidade
etc.) são causados por Deus, que é a verdadeira causa metafísica de
absolutamente tudo.
Crítica ao Literalismo e a Intenção do
Escritor Bíblico
Embora existam muitos cristãos que se
auto-intitulem erroneamente de "literalistas" (mas que não são de
verdade, porque se o fossem deveriam defender a existência de um domo celeste
sólido que segura um oceano acima de nossas cabeças conforme aparece em Jó
37:18 e em Gn 1:6) e que, por isso, defendem que o relato da criação de Gênesis
é "literal", esta não parece ser a intenção do escritor.
Existem cientistas cristãos que se
autointitulam de "literalistas bíblicos" que tentam criar explicações
mirabolantes para explicar como o dia surgiu antes do sol, desconsiderando que
a bíblia é uma revelação de Deus com sotaque humano.
Parece que a maior preocupação do
escritor está em defender a anterioridade lógica e superioridade de Deus em
relação a tudo que foi criado, tendo como ponto de partida influências
cananeias (identificando El e YHVH) e babilônicas (Oceano Primordial, Primazia
do elemento Água etc.).
Alguns dizem que o Dia surgiu antes do
Sol por meio de Supernovas (explosão de estrelas), o que não faz o mínimo
sentido já que as estrelas também não existiriam, porque foram criadas junto
com o Sol no Dia 4.
Alguns dizem que isto se deu porque
Deus criou o Sol no primeiro dia, mas o astro ainda estava encoberto por uma
atmosfera espessa que impedia a sua visualização clara. Apontam para o fato de
que o escritor não utiliza o verbo Criar (Barah) na criação do Sol no
Dia 4, mas sim o verbo Formar (Assá). Sendo assim, Deus poderia ter
criado o Sol no primeiro dia junto com o Dia/Luz e ter apenas terminado de
"formá-lo" no Dia 4, no sentido de o ter estabelecido de forma clara
no Céu.
O que é mais engraçado é que estas
pessoas que utilizam este tipo de argumentação são justamente as pessoas que
criticam o cientificismo dos naturalistas. Que moral para criticar o
cientificismo pode ter uma pessoa que tenta validar cientificamente o relato
bíblico? Quer dizer então que o escritor precisa necessariamente estar correto
cientificamente em todos os pontos para que a revelação bíblica tenha seu valor
preservado? Quer dizer então que um escritor da antiguidade que não sabia nem o
que é Movimento de Translação precisa necessariamente já refletir as
descobertas científicas modernas para que seu escrito possua valor
revelacional? O que é isso se não a submissão da Revelação ao cientificismo? Os
"literalistas" apontam o dedo para os cientificistas com uma mão
enquanto a outra mão deles aponta para eles mesmos.
Mas Deus não ensinou ciência para o
escritor bíblico antes dele receber a revelação; tampouco Deus revelou um
relato científico para ele. A intenção do escritor é eminentemente teológica e
filosófica, não científica. Deus escolheu um escritor da Antiguidade para
escrever a sua revelação sem despi-lo de todas as suas concepções científicas
ou proto-científicas. O escritor bíblico do Gênesis não parece estar nem um
pouco interessado em trazer um relato científico, mas sim um relato alegórico
com elementos altamente poéticos.
Os cristãos autointitulados de
"literalistas" trabalham ardorosamente para tentar provar que os
relatos criacionais não são poéticos. É necessário reconhecer que eles possuem
um ponto verdadeiro: é verdade que tais relatos não são totalmente poéticos,
como se fossem apenas ilustrações sem qualquer respaldo na realidade, como a
historia dos três porquinhos. É lógico que não se trata disso. Porém, negar o
caráter eminentemente alegórico e as várias características poéticas do texto é
um erro. O relato da criação está mais para uma poesia com intenções alegóricas
ou parabólicas, que é quando existe um referencial literal subjacente.
Para provar que os relatos da criação
possuem natureza alegórica, é bem simples: basta observar o Paralelismo
Poético.
O Paralelismo Mitopoético e a Estrutura
Narrativa
O Paradigma da Deformidade e do Vazio
No versículo 1 do capítulo 1 de
Gênesis, o escritor afirma:
"A Terra estava 1) SEM FORMA
(Tohu) e 2) VAZIA (Vavohu)".
Este é o fundamento de todo o primeiro
relato da criação. A partir dessas duas ideias (deformidade e vazio), o
escritor bíblico vai construir dois pilares narrativos: A modelagem do mundo
para corrigir a ausência de forma (Dias 1, 2 e 3) e o preenchimento do mundo
para corrigir o vazio (Dias 4, 5 e 6). Primeiro, Deus cria o ambiente para
depois preenchê-lo. Por último, todo o relato culmina no descanso de Deus no
último dia. É como se o escritor estivesse dizendo: Deus olhou para o caos e
nele viu deformidade e vazio. Por isso, ele deu forma ao caos. Então ele
preencheu a forma que deu ao caos e só descansou, só parou, depois que fez tudo
isso. Basicamente esta é a ideia geral do escritor.
Sobreposição Poética dos Dias
Como se pode ver, o texto possui
elementos que remetem a uma estrutura parcialmente poética e que provavelmente
não indicam uma intenção estritamente literalista do escritor, embora também
possamos encontrar elementos de literalismo subjacente à narração. Mas o que
mais parece é que o escritor não estava nem um pouco interessado em ser
cientificamente acurado, mas sim em construir um relato criacional filosófico e
parabólico, com características poéticas, para defender a supremacia de Deus
sobre o caos.
Mas quando o escritor se apega aos
pilares da DEFORMIDADE e do VAZIO (cada um como fundamento de um
conjunto de 3 dias) podemos falar de uma SOBREPOSIÇÃO POÉTICA entre os
dias. Embora a narrativa seja linear em uma ordem numérica crescente de dias, a
presença de natureza poética no texto nos permite falar que os dias podem ser
sobrepostos. Perceba que o dia 1 trata exatamente do mesmo assunto tratado no
dia 4. O dia 2 trata exatamente do assunto do dia 5. E o dia 3 trata do assunto
do dia 6. Porém, enquanto os dias 1, 2 e 3 estão vinculados ao pilar narrativo
da CORREÇÃO DA DEFORMIDADE, os dias 4, 5 e 6 estão ligados ao pilar
narrativo da CORREÇÃO DO VAZIO.
Influências Proto-científicas e
Culturais
Além disso, o escritor parece refletir
uma mentalidade com influências acadianas semelhante à filosofia de Tales de
Mileto, que, segundo Aristóteles, teria sido o primeiro filósofo. Isto pode ser
visto quando o escritor faz menção ao elemento Água em todas as etapas
da criação. Nas etapas dos dias 1 e 4, ele trata da relação da Água com a Luz.
Nas etapas dos dias 2 e 5, ele trata da relação da Água com o Céu. E nas etapas
dos dias 3 e 6, ele trata da relação da Água com a Terra. Água e Luz, Água e
Céu, Água e Terra. O que é mais curioso é que Tales de Mileto foi um filósofo
que morou tanto da Grécia quanto na Babilônia e defendeu que o elemento
fundamental de todo o universo era a Água, uma ideia profundamente influenciada
pela proto-ciência babilônica. Ou seja, claramente o escritor do Gênesis possui
uma mentalidade proto-científica parecida com a de Tales de Mileto, o que pode
indicar que a fonte natural da mentalidade de ambos possa ter sido a mesma.
Este pode ser um sotaque humano do escritor por meio do qual Deus escolheu
transmitir a sua revelação à humanidade.
Visto que os pagãos acadianos,
sumerianos e babilônicos acreditavam que o Oceano Primordial, chamado de Apsu,
criou os deuses, o escritor bíblico rebate isso, afirmando implicitamente que
Deus é logicamente concomitante ou anterior ao Oceano do Caos Primordial quando
afirma que o Espírito de Deus já pairava sobre o Oceano do Caos antes de tudo
existir.
O Papel da Ciência, da Filosofia e da
Revelação de Deus
Por Que a Ciência Não Foi o Foco da
Revelação
Mas alguém poderia questionar: por que
Deus não revelou ciência para o escritor bíblico de Gênesis, visto que ele
estava envolto em uma mentalidade proto-científica que poderia estar
equivocada? Acredito que Deus não revela nada que não interfira na salvação dos
homens. Se Deus não revelou é porque o homem não precisa dessa revelação para
ser salvo.
Sobre a questão da ciência, é verdade
que ela parte de um pressuposto filosófico de origem cristã: a ideia de que o
mundo é inteligível e ordenado e a razão humana é confiável o suficiente para
compreendê-lo. O próprio Galileu via como manifestação da atuação de Deus o
fato de o Universo ser escrito em linguagem matemática. Ou seja, Deus é o
matemático (ou contemporaneamente, o programador) e as fórmulas matemáticas (ou
códigos de programação) são a linguagem pela qual Deus escreveu o mundo. Isto
seria algo impossível de um ponto de vista estritamente materialista
naturalista. Por esta perspectiva filosófica, o universo teria gerado leis a
partir da não-lei e a nossa mente seria apenas um emaranhado de células de
primata e, por isso, indigna de qualquer confiança. Se o naturalismo precedesse
em hegemonia ao cristianismo, sequer ciência existiria. Desse modo, todo
naturalista é um hipócrita que se prende na jaula da religião naturalista
enquanto adota pressupostos filosóficos cristãos.
A ciência pode e deve ser incentivada.
Deus criou certas pessoas para serem cientistas, mas Deus não criou ninguém
para ser um naturalista. Trata-se de colocar as coisas nos seus devidos
lugares. A mentalidade cientificista é uma ilusão que parece conceder sentido
àqueles que a abraçam enquanto as pessoas estão vendadas e amarradas em uma
cadeira em cima de uma esteira em direção a um triturador. Com este comentário,
meu objetivo não é retirar o valor da ciência, mas sim colocá-la no seu devido
lugar filosófico. Se alguém retira um livro de Eistein aberto de um suporte da
estante da sua loja onde todos os clientes visualizam e coloca uma Bíblia
aberta, a pessoa não está rebaixando a ciência, mas sim elevando a religião.
Mas também não estou dizendo que fora da filosofia naturalista, os cientistas
deveriam rejeitar hipóteses científicas aprioristicamente, como a teoria da
adaptação das espécies pela seleção natural ("evolução"), embora
reconheço que existem anti-naturalistas que, por causa disso, defendem ideias
anticientíficas.
Dito isso, cabe dizer que Deus não
possui qualquer interesse em revelar ciência terrena para absolutamente
ninguém, porque até o maior dos cientistas, se não se converter, vai ser
condenado no Juízo Final; e o principal interesse de Deus é livrá-lo deste
destino por meio do seu próprio sacrifício. Se alguém disser que desenvolver a
ciência é algo que pode beneficiar as futuras gerações e que as pessoas poderão
ser beneficiadas mesmo após a morte do cientistas, respondo que isto é verdade
e possui só pode ter valor por meio de Deus, porque todas as gerações futuras,
mais cedo ou mais tarde, VÃO MORRER. Que utilidade há em ter sido
ajudado ou não depois da morte; quando não houver mais lembrança ou legado de
qualquer pessoa que seja; quando tanto aqueles que foram ajudados quanto
aqueles que não foram estiverem todos dentro de um sepulcro ou destruídos?
A morte destrói absolutamente toda e
qualquer esperança e sentido da vida terrena. Ou mesmo se o Tribuanl de Deus
não existisse, que utilidade existiria em conhecer apenas os mistérios da
ciência terrena se você, sua família e todas as pessoas da terra vão ser mortas
e extintas mais cedo ou mais tarde? Alguém poderia dizer que, mesmo que todas
as pessoas fossem todas extintas no futuro, que valeria a pena ter ajudado o
máximo de pessoas possível enquanto as pessoas ainda existissem. Valeria a pena
para quem? Sua memória não existirá, ninguém se lembrará de você, todas as
pessoas que você ajudou vão ter virado pó, você não estará aqui e até este pensamento
que você possui agora terá sido extinto. Até este seu sentimento atual não
existirá mais, até a sua ideia do que é ter ou não valor. Ou seja, a sua vida
não possuiria mais sentido do que a vida da barata mais altruísta e que com
todo o seu altruísmo é esmagada por uma bota. Se os naturalistas fossem
coerentes com a própria filosofia, no mínimo, eles deveriam se trancar em um
quarto e nunca mais sair de lá.
Alguém poderia dizer que desejaria
aproveitar o seu tempo de vida para aprender o máximo que puder. E eu
responderia com as palavras do homem mais sábio da história:
Eclesiastes 2:15 - "Pelo que eu disse no meu coração: Como acontece ao tolo, assim me sucederá a mim; por que, então, busquei eu mais a sabedoria? Então, disse no meu coração que também isso era ilusão".
Então, está explicado por que Deus nunca se importou em revelar ciência de forma direta, embora possam existir certos indícios despretensiosos de ciência dentro da Revelação de Deus.
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GÊNESIS 1:6
Comentários
Subtítulo ainda sendo escrito
(Texto ainda sendo escrito)
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GÊNESIS 1:7
Comentários
Subtítulo ainda sendo escrito
(Texto ainda sendo escrito)
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GÊNESIS 1:8
Comentários
Subtítulo ainda sendo escrito
(Texto ainda sendo escrito)
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GÊNESIS 1:9
Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim se fez.
Comentários
Subtítulo ainda sendo escrito
(Texto ainda sendo escrito)
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GÊNESIS 1:10
À porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, Mares. E viu Deus que isso era bom.
Comentários
Subtítulo ainda sendo escrito
(Texto ainda sendo escrito)
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GÊNESIS 1:11
E disse: Produza a terra relva, ervas que dêem semente e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez.
Comentários
Subtítulo ainda sendo escrito
(Texto ainda sendo escrito)
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GÊNESIS 1:12-13
A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Houve tarde e manhã, o terceiro dia.
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Subtítulo ainda sendo escrito
(Texto ainda sendo escrito)
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GÊNESIS 1:14
Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos.
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O Firmamento e seus Luzeiros: o Tabuleiro e suas Peças
(Texto ainda sendo escrito)
A dependência dos luzeiros em relação ao firmamento.
Por que o autor não afirma que o Sol foi criado junto com o Dia? Por dois motivos:
1) Motivo apologético = Será tratado adiante
2) Motivo estrutural = A peça sem tabuleiro.
O firmamento como tabuleiro dos luzeiros. Os luzeiros como fogueiras. O firmamento como possível amplificador da iluminação solar. Na concepção do escritor, criar um Astro, como o Sol, sem o Firmamento é como comprar as peças de xadrez sem o tabuleiro. Por isso, o escritor reserva a criação dos Astros Celestes para um momento lógico posterior à criação do Firmamento.
Luzeiros (Maor) no Firmamento = Peça no Tabuleiro
Para fazerem separação: a mesma separação realizada por Deus no primeiro dia. Os luzeiros continuam aquilo que Deus começou.
Haja luzeiros onde? No firmamento. A dependência dos luzeiros em relação ao firmamento fica clara.
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(Texto ainda sendo escrito)
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GÊNESIS 1:15
E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez.
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A possível compreensão proto-científica do escritor
(Texto ainda sendo escrito)
Mesmo sabendo que a narrativa da Criação de Gênesis não se trata de um texto científico, é muito interessante tentar imaginar como o escritor bíblico pensava do ponto de vista científico.
Luz Antes do Sol: O texto estabelece o ’ôr (luz genérica) e o ciclo dia/noite no Dia 1 (Gênesis 1:3-5), antes da criação do Sol, Lua e estrelas no Dia 4. Deus é a Fonte: Isso sugere que a luz original emana diretamente de Deus e é a fonte primária da iluminação, não um astro criado. Isto reflete a primazia ontológica e metafísica de Deus sobre toda a Criação.
Observação-Chave: O escritor pode ter observado que as estrelas, apesar de brilhantes, não conseguem iluminar o céu à noite; seu brilho se perde no escuro.
Inferência: Por analogia, o escritor poderia ter inferido que o Sol, sendo um astro maior, também seria insuficiente para encher todo o céu de luz se estivesse em um "espaço aberto", necessitando de um mecanismo adicional.
O Firmamento (Rāqîa‘): A solução para esse paradoxo é a estrutura cosmológica de um domo celeste sólido (rāqîa‘) separando as águas superiores.
Analogia do Quarto Espelhado: O domo age como um ambiente fechado e refletor (um "quarto espelhado") que:
Contém: Aprisiona a luz do Sol.
Amplifica/Difunde: Reflete e espalha a luz solar de forma uniforme por todo o ambiente abaixo, transformando a luz focalizada do Sol em uma iluminação difusa (o Dia).
Falar da concepção do livro de Jó em que o firmamento é comparado a um Espelho de Cobre reconcavo e moldado por Deus
Criação do Ciclo: O ciclo dia/noite é a alternância da presença do Sol (a "fogueira") dentro do campo de visão do domo e seu movimento para fora da vista (viagem noturna), perpetuando o ritmo de "tarde e manhã" estabelecido por Deus.
O que é ainda mais incrível é pensar como Deus é capaz de revelar verdades teológicas e filosóficas apesar das limitações científicas daquele a quem Ele inspira.Os Luzeiros como Causas Eficientes Secundárias
(Texto ainda sendo escrito)
Regulador, Não Fonte: O Sol (mā’ôr - luzeiro) não é a causa primária da luz (que já existia), mas sim o instrumento de Deus para governar, regular e marcar o tempo (dias, anos) dentro do sistema fechado do firmamento.
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GÊNESIS 1:16
Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas.
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GÊNESIS 1:17
E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra,
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GÊNESIS 1:18-19
para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom. Houve tarde e manhã, o quarto dia.
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GÊNESIS 1:20
Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus.
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GÊNESIS 1:21
Criou, pois, Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoavam as águas, segundo as suas espécies; e todas as aves, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom.
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GÊNESIS 1:22-23
E Deus os abençoou, dizendo: Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei as águas dos mares; e, na terra, se multipliquem as aves. Houve tarde e manhã, o quinto dia.
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GÊNESIS 1:24
Disse também Deus: Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, segundo a sua espécie. E assim se fez.
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GÊNESIS 1:25
E fez Deus os animais selváticos, segundo a sua espécie, e os animais domésticos, conforme a sua espécie, e todos os répteis da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom.
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GÊNESIS 1:26
Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.
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GÊNESIS 1:27
Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
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GÊNESIS 1:28
E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.
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GÊNESIS 1:29
E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento.
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GÊNESIS 1:30
E a todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento. E assim se fez.
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GÊNESIS 1:31
Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia.
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CAPÍTULO 2 DE GÊNESIS
GÊNESIS 2:1
Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército.
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GÊNESIS 2:2
E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito.
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GÊNESIS 2:3
E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.
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🙏
OBRIGADO POR LER!
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Início da escrita: 17/11/2025
Término da escrita: ?










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